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O paradoxo do tempo.

  • Carvalho
  • 9 de jun. de 2021
  • 1 min de leitura

Atualizado: 23 de jun. de 2021


Não há, na humanidade, paradoxo maior do que a frase “não tenho tempo”.


Se existe alguma coisa mais democrática entre todos os seres humanos é justamente o tempo, que é igual para todos não importando raça, gênero ou origem geográfica.



Os babilônios, povo que viveu entre 1950 a.C. e 539 a.C. na Mesopotâmia, foram os primeiros a marcar a passagem do tempo ao construir o relógio de sol que dividia o dia em 12 partes e depois em 24. Tal padrão funcionou de tal forma que é que adotamos até os dias de hoje.


Desde então, ninguém tem mais tempo do que outro alguém, nenhum minuto ou segundo a mais. Todos temos o mesmíssimo tempo. Por outro lado, se pudéssemos adicionar mais horas ou minutos em nosso dia, não garantiria que conseguiríamos realizar mais coisas do que as já realizadas hoje.


A inteligência do tempo está no seu uso e não na sua extensão.


Diante desta finitude, nos resta apenas dois caminhos. A organização e a definição de prioridades. Você certamente já ouviu essa expressão: “Quem não tem agenda, é agenda dos outros”.


A decisão por salvar o tempo é pessoal, pois como sabiamente enfatizou Albert Einstein:

“Falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos.”


E você, como tem administrado o seu?



 
 
 

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